Por: Rafaela Medeiros
O Cenário Musical independente é formado por artistas que não possuem vínculos com nenhuma gravadora e que tem controle total sobre suas produções, como músicas e shows. Eles têm total autonomia para realizar seus projetos. E isso gerou um forte movimento comercial, capaz de competir com a indústria fonográfica, que manipula a maior parte do mercado.
O Mercado musical independente vem ganhando cada vez mais espaço no cenário musical. De acordo com a Associação Brasileira de Música Independente (ABMI), 80% da produção nacional de música é de independentes, representando uma parcela de 25%, cerca de 15 milhões, do total vendido no país. E segundo Roberto de Carvalho, o mercado musical passa por um bom momento, valorizando a musica independente, devido a grande transformação dos modelos de negócios do setor.
Um dos principais difusores é a internet, que, devido ao fácil acesso e sua proporção mundial, possibilita a distribuição e consumo dos produtos musicais. Leva-se em conta também o fato dela ser um meio democrático e sem fronteiras que impeçam essa difusão.
“Pela internet, artistas e pequenas gravadoras tem mais recursos e facilidade para divulgar seu produto e atingir o público específico. E como a internet não tem fronteiras, essa divulgação passa a ser internacional. Além disso, quando o consumidor paga pelo produto, toda a cadeia é remunerada”, afirma o pesquisador da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Matheus Marangoni.
As pessoas podem, através da internet, baixar músicas, clipes, entrar em comunidades de sites de relacionamentos, e até baixar um CD inteiro. Sites como o Myspace, uma rede de relacionamentos como o Orkut, que muitos artistas utilizam para divulgar seus trabalhos.
Outro meio que está se mostrando muito eficiente para a divulgação são os festivais de música independente, que possuem uma grande repercussão, como o BoomBahia por exemplo, que há 12 anos tem como objetivo colocar a Bahia no circuito da música independente brasileira. Por ele já passaram tanto bandas nacionais, como internacionais.
Os festivais acabam sendo uma alternativa contra os jabás (dinheiro pago a emissoras de rádio e televisão para divulgação de determinada música), que é uma forma de manipulação da indústria fonográfica. Mas para eles acontecerem é, na maioria das vezes, necessário patrocínio. A empresa Petrobrás, através da Lei Rouanet (Lei Federal 8.313), investiu R$ 2.500.000 para a produção desses festivais.
A expansão das bandas independente tem gerado uma crise nas gravadoras, que estão perdendo mercado para elas, já que seus produtos geralmente são mais baratos. Mas é equivocado pensar que as gravadoras não estão lucrando, pois seus saldos continuam positivos, e elas continuam lançando muitos artistas.
Outros fatores que contribuem para essa crise são a pirataria, a diminuição do numero de lojas, o aumento de vendas de musicas por download, além do comercio de músicas feito através do telefones celulares.
O Cenário Musical independente é formado por artistas que não possuem vínculos com nenhuma gravadora e que tem controle total sobre suas produções, como músicas e shows. Eles têm total autonomia para realizar seus projetos. E isso gerou um forte movimento comercial, capaz de competir com a indústria fonográfica, que manipula a maior parte do mercado.
O Mercado musical independente vem ganhando cada vez mais espaço no cenário musical. De acordo com a Associação Brasileira de Música Independente (ABMI), 80% da produção nacional de música é de independentes, representando uma parcela de 25%, cerca de 15 milhões, do total vendido no país. E segundo Roberto de Carvalho, o mercado musical passa por um bom momento, valorizando a musica independente, devido a grande transformação dos modelos de negócios do setor.
Um dos principais difusores é a internet, que, devido ao fácil acesso e sua proporção mundial, possibilita a distribuição e consumo dos produtos musicais. Leva-se em conta também o fato dela ser um meio democrático e sem fronteiras que impeçam essa difusão.
“Pela internet, artistas e pequenas gravadoras tem mais recursos e facilidade para divulgar seu produto e atingir o público específico. E como a internet não tem fronteiras, essa divulgação passa a ser internacional. Além disso, quando o consumidor paga pelo produto, toda a cadeia é remunerada”, afirma o pesquisador da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Matheus Marangoni.
As pessoas podem, através da internet, baixar músicas, clipes, entrar em comunidades de sites de relacionamentos, e até baixar um CD inteiro. Sites como o Myspace, uma rede de relacionamentos como o Orkut, que muitos artistas utilizam para divulgar seus trabalhos.
Outro meio que está se mostrando muito eficiente para a divulgação são os festivais de música independente, que possuem uma grande repercussão, como o BoomBahia por exemplo, que há 12 anos tem como objetivo colocar a Bahia no circuito da música independente brasileira. Por ele já passaram tanto bandas nacionais, como internacionais.
Os festivais acabam sendo uma alternativa contra os jabás (dinheiro pago a emissoras de rádio e televisão para divulgação de determinada música), que é uma forma de manipulação da indústria fonográfica. Mas para eles acontecerem é, na maioria das vezes, necessário patrocínio. A empresa Petrobrás, através da Lei Rouanet (Lei Federal 8.313), investiu R$ 2.500.000 para a produção desses festivais.
A expansão das bandas independente tem gerado uma crise nas gravadoras, que estão perdendo mercado para elas, já que seus produtos geralmente são mais baratos. Mas é equivocado pensar que as gravadoras não estão lucrando, pois seus saldos continuam positivos, e elas continuam lançando muitos artistas.
Outros fatores que contribuem para essa crise são a pirataria, a diminuição do numero de lojas, o aumento de vendas de musicas por download, além do comercio de músicas feito através do telefones celulares.
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